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A flexibilização do horário de trabalho tornou-se um tema central na gestão das relações laborais, à medida que empresas e trabalhadores procuram soluções que conciliem eficiência operacional com equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Entre os regimes mais utilizados estão o banco de horas e a adaptabilidade, mecanismos distintos que, apesar de frequentemente confundidos, produzem impactos diferentes na organização do tempo de trabalho.
Num artigo para a RH Magazine, Margarida Pisco, Associada da área de Laboral da CCA Law Firm, analisa os dois regimes e sublinha a importância de uma escolha informada e estratégica. Como refere a advogada, “a escolha entre banco de horas e adaptabilidade deve assentar numa avaliação estratégica das necessidades da organização, do perfil dos trabalhadores e do enquadramento regulamentar aplicável”.
Margarida Pisco destaca ainda que ambos os modelos podem ser ferramentas relevantes para os departamentos de recursos humanos, desde que aplicados com rigor, transparência e comunicação clara, contribuindo para maior engagement, otimização da capacidade produtiva e reforço da confiança entre empregador e trabalhador.
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